sexta-feira, 28 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
QUANDO PENSO EM VOCÊ...
SINTO UMA IMENSA VONTADE DE VOCÊ...DE SENTIR O TEU CHEIRO, O TEU ACONCHEGO, A TUA PAZ...
SINTO UMA VONTADE ENORME DE SENTIR...SENTIR VOCÊ EM MIM!!!
UMA INEVITÁVEL E CONSTANTE VONTADE DE ESTAR COM VOCÊ...
EM MEIO A TEU ABRAÇO ME ESCONDER DO MUNDO E ME ENTREGAR
A VOCÊ...
QUANDO PENSO EM VOCÊ...
ACAMA MINHA ALMA,
SANA MINHA DOR,
TRANSBORDA MINHA ALEGRIA,
E VOU AO TEU ENCONTRO,
PORQUE PENSAR APENAS NÃO ME BASTA...
QUERO VOCÊ EM MIM,
GUIANDO SEUS DESEJOS E EMOÇÕES
PELO SENTIMENTO ESTAMPADO EM SEUS OLHOS
" O AMOR "
E DEPOIS DESSE MOMENTO NADA MAIS QUERO QUE
SENTIR...APENAS SENTIR VOCÊ!!!
MÁRCIA MENEZES
quarta-feira, 19 de maio de 2010
porque evitar te dar adeus?
Não vejo porque não te dizer adeus...aqui dentro você brincou, fez do meu amor um picadeiro,
e com sua cara sem tinta estreou seu real personagem,
e do palhaço sem graça meu amor desencantou...
te peço então que se vá...
porque já não existe platéia pra suas representações,
o amor já se foi, levando com ele a alegria, a paz saiu com a
certeza, e a adimiração se quer entrou...
de resto ficou apenas uma porta de saída...
um adeus pra nunca mais,
e uma vontade forte...
de voltar a caminhar!!!
Márcia Menezes
minha doce vida

minha vida...
doce encanto...
razão dos meus risos, pensamentos, meus soluços e minhas lagrimas...
doce vida...vida minha!!!
e se mil vidas assim tivesse...ah se mil vidas podesse ter!!!
viveria todas intensamente.
vida doce...
recheada de lutas e vitórias...
caramelizada de insentivo e entusiasmo...
essa vida ...
doce vida...
foi a vida que deus me deu!
Márcia Menezes
estranho amor
. “Estranho amor que me invade
Insiste trazendo a saudade
Momentos, lembranças, você
Que eu tento tanto esquecer...
Esquecer não é bem o termo
Mas espero ainda vê-lo
Como imagem em espelho
Refletindo por refletir....
Penso que se não fossem os momentos
Se não fossem as lembranças
Das noites que, feitos crianças,
Brincávamos de ser feliz...
Mas, por que, me pergunto...
Diante da imensidão desse mundo
E depois de tanto tempo
Essa dor me invade o peito?...
Se “amar é estar preso por vontade”,
Camões me diga, o que seria
Ter a alforria e querer esquecer
E ainda assim se prender?...
E num fugir de mim mesma
Na liberdade tão presa,
Corro sem movimentos
Lembrando o esquecimento...
Estranho amor que me invade...
Já é tarde...
Leva a tua saudade, pode ir...
Preciso agora dormir...” (Rose Felliciano)